Mais renováveis em janeiro: oportunidade e desafio lado a lado

Janeiro de 2026 deixou um marcador relevante para o setor elétrico nacional:

80,7% da eletricidade gerada em Portugal teve origem em fontes renováveis, colocando o país no topo do “ranking” da UE referido pela APREN.

O desempenho foi sustentado sobretudo por hídrica: 36,8% e eólica: 35,2%, com a solar a representar 4,4% no mix do mês.

Do ponto de vista operacional, há um dado que merece destaque: houve 210 horas (não consecutivas) em que a produção renovável foi suficiente para cobrir todo o consumo nacional.

E, numa leitura económica, a APREN estima uma poupança de 703 milhões de euros face a um cenário equivalente suportado por centrais a gás natural.

O que este mês “muito renovável” nos diz, na prática?

Que Portugal já tem maturidade tecnológica e capacidade instalada para operar com elevada incorporação de renováveis — mas também que a conversa passa cada vez mais por rede, flexibilidade e resiliência.

A própria Euronews enquadra estes resultados no debate sobre estabilidade do sistema (incluindo referências a um grande apagão na Península Ibérica) e na necessidade de modernizar infraestruturas e planeamento para acompanhar o crescimento das renováveis.

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